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19 de jan. de 2011

The First Templar

Em uma primeira olhada, The First Templar pode parecer apenas um título de pancadaria simples que, embora traga uma temática interessante, ganha a maior parte dos seus pontos nas possibilidades cooperativas. Bem, quer saber? Uma análise mais detida ainda vai revelar exatamente isso. E pode ser ótimo, é claro.
Trata-se aqui do século XIII, uma era de pragas, guerras e poucos banhos — pelo menos na porção europeia do mundo. Para devolver um pouco de paz a um mundo profundamente beligerante, a ideia é assumir o controle de dois cavaleiros templários para... Bem, para sair distribuindo pancadas, flechadas e até mesmo algumas coisas levemente sobrenaturais. “Se queres a paz, prepara-te para a guerra”? Ok, é mais ou menos isso.
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Templários e pancadaria
Só que, verdade seja dita, toda a parte dos templários e da contextualização histórica representa para o título da desenvolvedora Haemimont apenas um pano de fundo convidativo. Quando a coisa realmente começa, o negócio é socar tudo o que se mover pela tela, até que todos tenham aprendido “a lição”, naturalmente. E o mais divertido: você poderá fazer isso na companhia de um bom amigo igualmente sanguinário.
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A ação aqui é realmente bastante simples. Trata-se, ao menos inicialmente, de alguns poucos golpes e combos pouco elaborados. Entretanto, conforme a pilha de facínoras, assassinos e bandidos vai aumentando, torna-se possível adquirir upgrades interessantes com os pontos de experiência acumulados. Dessa forma, após algum tempo de jogo, tornam-se disponíveis combos mais complexos, contra-ataques  e outras formas adicionais de se ganhar “zeal” — espécie de moeda corrente para comprar movimentos especiais.
Todas essas melhorias são desbloqueadas na forma de uma grande árvore de habilidades, a qual se divide em quatro seções independentes — embora jamais seja possível saber quais upgrades são guardados à frente antes de gastar alguns pontos.
Combates à distância e movimentos especiais
Embora a maior parte dos ataques aqui seja liberada com um rápido brandir de espada — ou qualquer outra coisa cortante —, há também algumas variações. Ataques à distância, por exemplo, são uma boa forma de aproximação. Além disso, uma besta (também um arco e flecha, ou adagas) pode complementar muito bem um combo iniciado no corpo a corpo.
Os templários também trazem algumas cartas sobrenaturais na manga. Rezar, por exemplo, pode recuperar alguns pontos de saúde — embora haja um custo inevitável de “zeal”. Alguns trechos também devem reservar típica ação furtiva para derrubar guardas distraídos.

 


Ademais, ao tomar uma cidade, você ainda poderá assumir o controle de armas de cerco; coisas como trabucos e catapultas. Nesse momento, The First Templar transforma-se em uma espécie de mini games: acerte todos os que se aproximarem dos muros da sua cidade!
Chefes colossais
O que seria um jogo de pancadaria sem chefes de grandes proporções... Sim, eles existem aqui, é claro. Em uma demonstração encarada pelo site Gamespot.com, uma imensa floresta cheia de cães selvagens ganhou ainda uma adição das mais pesarosas, uma criatura que atendia por “Besta” capaz de fazê-lo se arrepender por não gastar mais alguns pontos com combos extras.
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Embora pouco tenha sido mostrado até o momento, The First Templar parece ser ótimo para aqueles momentos entre amigos... Amigos particularmente afeitos a pancadaria gratuita, é claro. O lançamento é previsto para 29 de março. Aguarde novidades.



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